As músicas de Bad Bunny vão muito além das pistas de dança. Elas falam de amor, vulnerabilidade, desigualdade social, identidade, política, pertencimento e resistência. Sua arte traduz perfeitamente a latinidade contemporânea : intensa, sensível, plural, urbana e profundamente conectada às raízes. Cada batida carrega elementos do Caribe, da rua, da favela, da cidade, da praia e da história. Ele transforma vivências latinas em fenômeno global — sem perder a essência. O Latitud Latina faz algo parecido no universo das viagens: transforma experiências reais pela América do Sul em narrativas que inspiram, conectam e despertam pertencimento. Viajar é, assim como a música, uma forma poderosa de contar histórias. 👉 Para mais dicas de viagens pela América do Sul, siga @latitud.latina 🌎✨
Por muito tempo, o termo “americano” foi associado quase exclusivamente aos Estados Unidos. Mas a verdade é que somos todos americanos . A América é um continente inteiro, diverso, plural, rico em culturas, línguas, histórias e povos. Bad Bunny tem um papel essencial nesse resgate de identidade. Ao se posicionar politicamente, culturalmente e artisticamente, ele reforça que existe uma América Latina forte, potente e criativa, que não deve ser invisibilizada. O Latitud Latina carrega essa mesma missão: mostrar que ser americano também é ser latino, é falar espanhol, português, guarani, quéchua, mapudungun e tantas outras línguas originárias. É dançar reggaeton, cumbia, samba, tango, salsa e chamamé. É comer empanadas, feijoada, arepas, ceviche e asado. Somos americanos. Do Alasca à Patagônia. Mas é na América do Sul que pulsa uma das identidades mais intensas do planeta. 👉 Para mais dicas de viagens pela América do Sul, siga @latitud.latina 🌎✨