As músicas de Bad Bunny vão muito além das pistas de dança. Elas falam de amor, vulnerabilidade, desigualdade social, identidade, política, pertencimento e resistência. Sua arte traduz perfeitamente a latinidade contemporânea : intensa, sensível, plural, urbana e profundamente conectada às raízes. Cada batida carrega elementos do Caribe, da rua, da favela, da cidade, da praia e da história. Ele transforma vivências latinas em fenômeno global — sem perder a essência. O Latitud Latina faz algo parecido no universo das viagens: transforma experiências reais pela América do Sul em narrativas que inspiram, conectam e despertam pertencimento. Viajar é, assim como a música, uma forma poderosa de contar histórias. 👉 Para mais dicas de viagens pela América do Sul, siga @latitud.latina 🌎✨
Depois de anos morando em Buenos Aires, esse é o roteiro que eu faria na primeira vez na cidade — sem pressa, sem pular etapas e vivendo a cidade como ela realmente é 🇦🇷
Primeiro de tudo, eu daria um jeito de conseguir o cartão SUBE. Sei que estão mudando e que alguns ônibus já aceitam cartão comum, mas isso não é certeza e depende da atualização do veículo. Com o SUBE em mãos, consigo me locomover tranquilamente, economizar e explorar a cidade sem dor de cabeça.
Depois disso, eu não começaria pelos pontos famosos. Eu escolheria um café qualquer, que não fosse famoso, olharia ao meu redor e simplesmente entraria. Pediria um café com uma medialuna e ficaria ali observando o movimento, sentindo a cidade, entendendo o ritmo de Buenos Aires.
Eu começaria o roteiro pelo ponto mais longe do centro: La Boca. Caminharia pelo Caminito, conheceria o estádio, andaria sem pressa e aproveitaria para pechinchar bem os souvenirs, porque ali sempre dá para negociar.
Em seguida, iria para a região de San Telmo. Se fosse domingo, aproveitaria a feira; se fosse durante a semana, entraria no Mercado de San Telmo. Comeria um choripán de rua, passaria pela famosa porta onde tem o vinho e também conheceria a Galería Solar de French. que é um cantinho cheio de identidade local.
Depois seguiria para a Casa Rosada, caminharia até Puerto Madero e pararia para tomar um drink olhando a Puente de la Mujer, aproveitando esse contraste entre o histórico e o moderno.
De lá, pegaria um ônibus para conhecer a Avenida Corrientes durante o dia, iria até o Obelisco e almoçaria em uma boa parrilla no Santos Manjares, Mas eu já deixaria tudo organizado para voltar à Corrientes à noite, porque vale muito a pena ver as danças de rua e assistir a algum show de tango — de verdade, vale a pena.
Seguindo o roteiro, iria para Recoleta. Conheceria a Floralis Genérica, passaria pelo Museo Nacional de Bellas Artes, pela Faculdade de Direito, entraria no centro cultural e ficaria atenta para ver se não tem alguma exposição ou evento muito legal acontecendo. Aproveitaria para tomar um sorvete na região e, se estivesse com vontade de conhecer algo diferente, também visitaria o Cemitério da Recoleta.
Depois seguiria para o El Ateneo, e então iria até Palermo. Lá, conheceria o Jardim Botânico, tomaria um café na região e visitaria o MALBA e o Museu Evita.
Finalizaria o dia no El Boliche de Roberto, um clássico portenho.
No dia seguinte, começaria o dia conhecendo Tigre e, na volta, passaria no Barrio Chino.
Separaria uma noite específica para conhecer o Microteatro e tomar muitos drinks.
Para as próximas noites, jantaria em algum restaurante temático em Palermo e depois partiria para um boliche, que poderia ser em Palermo, San Telmo ou na Costanera,
E se eu tivesse mais dias e quisesse sair totalmente do óbvio, eu ainda adicionaria ao roteiro: museus, palácios, Galerías Pacífico, cinema ao ar livre, Campanópolis, Teatro Colón (seja visita guiada ou espetáculo), Feira de Mataderos, Planetário em Palermo, Museu do River, Trem da Costa, Costanera Vicente López, Transvia Caballito e Villa Ocampo.
Esse não é um roteiro para “ver tudo correndo”, é um roteiro para sentir Buenos Aires. 🇦🇷❤️